Hoje...

Hoje eu sei
porque descobri.
Com o passar da vida,
porque fiz e o que senti.


Hoje sei o porquê
amar-te assim deste jeito,
amor fortalecido e maduro,
desembolsado de preconceito.

Hoje sei que não minto
nem a ti nem a ninguém.
Canto este amor faminto
a todo mundo e mais além.


Hoje sei o que sinto,
o que me transmite esse olhar de mel.
Sinto tremer o meu corpo,
e esse calor queimar-me a pele.

Sonho...

Entre o sol e a lua,
na noite se revela.
Divaga o espírito,
Nesta aguarela.

Numa paleta de sombras estranha,
a realidade funde-se no desejo.
O sonho é belo e profundo,
realizando o impossível,
invertendo o mundo.


Há uma vida que nasce...


Nasci aqui

Há uma vida que nasce,
em cada lugar do mundo.
Nasci aqui por acaso,
sou sonhador por um segundo.

Arrisquei desafiar a vida,
além das coisas vãs.
poetizo perdida,
pelo sol das manhãs.

Dos meus receios fugi,
e não sei o que faço.
Somente o que senti,
  encontrei-me neste espaço.

TU.

És a minha estação,
primavera em flor.
Poesia do meu coração,
 meu caminho de amor.

Quero pegar na tua mão,
e sentir esse olhar delicado.
Viver no teu coração.
e estar sempre ao teu lado.

Na madrugada,
sinto o teu beijo.
Carícias tuas,
loucura e desejo.

No meu despertar,
alegria sem fim.
Felicidade a transbordar,
caminhante em mim.

Amor em movimento.












Duas pessoas encontram-se
cegamente um no outro apostam,
Sonham, anseiam e amam-se,
Promessas inocentes invocam.

O amor é um movimento,
entre a paixão e encantamento
pode haver chuva ou mau tempo,
mas não cessa em algum momento.

Cada dia que nasce é prova continua,
a insaciável busca de sentido,
numa realidade imensa  e crua,
o amor por si só é criativo.

Sentir-se feliz é sentir-se amado,
resultado  de uma relação viva.
Percorrendo de braço dado,
uma rasgada e longa avenida.

O livro que nunca escrevi.

Aquele livro,
o que nunca escrevi,

vivo um pedaço
em cada folha que passo.

É um livro despojado,
vida que vivi,

cada folha singular,
as imagens falam por si.

Daquele livro,
o que nunca escrevi,

declara a alma,
que morri e venci.

1º Livro



No dia 03 de Outubro de 2009 pelas 15 horas, será apresentado o primeiro livro em que participo como escritora convidada.
O lançamento é no Mosteiro Paço de Sousa, em Penafiel.

A capa do livro Antologia Poética



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Convite para lançamento do livro ANTOLOGIA POÉTICA



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Como chegar a Paço de Sousa


A românica igreja de Paço de Sousa, localizada no concelho de Penafiel, está bem sinalizada. Mesmo na auto-estrada A4 (Porto-Amarante), que aconselhamos aos mais apressados, o monumento e a saída que lhe dá acesso estão indicados.
Se tiver optado pela saída Parada/Baltar deverá tomar a ED 319 que o conduzirá até Paço de Sousa. Se optou por sair em Penafiel deverá, neste caso, tomar a estrada distrital 106 no sentido de Entre-os-Rios até que lhe surja, à direita, a estrada 106-3 em direcção a Galegos e Paço de Sousa.
Chegados à povoação deverá o leitor abandonar a estrada e prosseguir pela Avenida Egas Moniz. No início desta inicia-se a Rua Padre Américo que o conduzirá até a um parque arborizado fronteiro à igreja de Paço de Sousa, classificada como Monumento Nacional em 1910.

Não há problemas de aparcamento.